A morte é um dia que vale a pena viver

A morte é um dia que vale a pena viver

A morte é um dia que vale a pena viver, será? Sim, hoje eu quero falar sobre a vida, mas por que o título nos remete a morte? Por que a morte faz parte da vida, ou não?

A morte é algo que fatalmente teremos que conviver em algum momento da nossa vida, seja com a de alguém que amamos ou a nossa própria.

“A morte é um dia que vale a pena viver” é um artigo que falará da morte ainda em vida.

Nós, de alguma forma, acreditamos que somos eternos e fugimos da vida tanto quanto da morte, talvez por isso, acreditamos que podemos recuperar o “tempo perdido” e deixamos para viver “quando dá”.

Buscamos qualidade de vida, mas para isso precisamos buscar com a alma, o coração e a razão. Com a alma porque representa o nosso lado espiritual que é a nossa razão de existir, o nosso propósito de vida, o quê eu vim aprender/ ensinar nesse planeta. O coração por que é com ele que apreciamos a vida, como reagimos a nós mesmos e aos outros, por que é com ele que vivemos as emoções mais frequentes, aquelas que experimentamos diariamente e com a razão que é o nosso lado racional, ao contrário do que muitos pensam são através das nossas decisões que conseguimos mensurar o nosso nível de consciência das outras duas. Por que as nossas decisões e comportamentos são reflexo dos nossos valores, crenças, das nossas necessidades e do nosso modelo de como enxergamos o mundo.

Você já ouviu alguém falar que: “Nem eu sabia que era capaz disto ou daquilo?”. Pronto, esse é um exemplo do nível de consciência.

Somos capazes de coisas incríveis. Afinal, olha em volta e veja tudo o que já foi criado. Quantas coisas não existiam antes de nascermos que hoje são tidas como indispensáveis por muitos de nós.

Mais porque eu estou falando sobre isso? Porque somos capazes de coisas incríveis e nos contentamos com muito pouco. Talvez por isso aja um descontentamento quase que geral da população mundial, da brasileira eu sei que há.

Acredito que muito desse descontentamento tem relação com o nosso contentamento. Não dá para ser frio e quente ao mesmo tempo, ou dá? Esse contentamento para mim tem outro nome, ele se chama: medo. E esse medo do qual falamos no artigo A vida sem medo nos leva a uma morte lenta. A morte lenta dos nossos sonhos e com ela um descontentamento cada vez maior com a qualidade de vida que levamos.

“Empurramos com a barriga” os nossos sonhos sempre com desculpas, quando a grande verdade é que temos medo de enfrentar os nossos medos por medo de nada dá certo porque temos a ilusão que se eu tentar uma vez e não der certo, não era para ser. Vou te contar uma coisa: “- sucesso é uma decisão, você não faz algo para ter sucesso, você faz algo até ter sucesso”.

E esse sucesso aqui em cima é sucesso em qualquer coisa na sua vida e não o que é sucesso para você.

Quando você estiver de frente com a morte, aquela que realmente representa o fim dessa jornada que você está vivendo aqui, do que mais se arrependerá? A doutora Ana Claudia Quintana Arantes é formada em medicina pela FMUSP e é especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford. Ela fez um TEDx intitulado: A morte é um dia que vale a pena viver, o qual me inspirou a fazer esse artigo e eu quero dividir ele com você.

A morte é um dia que vale a pena viver, para você?

  • A morte de quê valeria a pena na sua vida?
  • De 0 a 10 quanto seria incrível a minha vida se ela fosse a vida dos meus sonhos?
  • Antes de fazer parte de uma estatística real, o que você quer realizar?
  • Quanto eu tenho que amar tanto o que eu quero realizar para realizá-lo?
  • Em quais pessoas eu preciso me inspirar?
  • Quais as pessoas tóxicas que eu preciso riscar da minha vida para realizar esse meu projeto?
  • Qual a pessoa que eu tenho que me tornar para realizar esse meu projeto?
  • Que habilidades que eu tenho que adquirir?
  • Quais os hábitos que eu preciso adquirir e quais os que eu preciso eliminar?

Não se esconda da vida acreditando que é imortal. A única coisa imortal será o que você fez, deixou, amou, realizou e viveu. Faça da sua jornada a melhor que você poderia fazer.

E lembre-se: “Se é para ser feliz, mãos à Obra!”

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